terça-feira, 23 de julho de 2013

TEATRO:''O MEIO AMBIENTE''

O MEIO AMBIENTE


O MEIO AMBIENTE


Introdução
Sabemos que o meio ambiente é formado por quatro elementos fundamentais à vida, e que estes elementos, estão interligados entre si e o próprio homem. Esses elementos são a água, o ar, o solo e o fogo.
Estes elementos formam a natureza e tudo o que nela existe.
O que será que estamos fazendo com estes quatro elementos? (Pausa: Entrada das 03 crianças)
Depois da cena volta a apresentadora.
Se estes elementos pudessem falar, o que diriam?
DESENVOLVIMENTO

Irmã Água, o que tens a nos dizer?
Entra a água:
E o irmão Solo, o que nos diz?
Fale conosco, irmão Sol!
E o nosso irmão Fogo, o que pensa de tudo isso?
O primeiro personagem. Joga lixo na água.
Fala da 1a personagem:
Agora vejam, a professora diz que devemos preservar, manter o solo, a água e o ar limpos e protegidos.
2a joga produtos químicos no ar.
Fala do 2° personagem:
Não sei para que tanta frescura ! Jogar lixo aqui, proteger ali. Isso tudo nunca vai acabar mesmo ! Para que perder tempo !
3a com uma serra na mão, enxada e uma foice.
Fala do 3° personagem:
E mesmo ! Não to nem ai para toda essa bobeira.
Nos perdoe mãe natureza ! Prometemos, amá-la, respeitá-la de hoje em diante para sempre.
1º Personagem:
A AGUA
Ai de mim !! Ai de mim!!
Eu sou a água. Estou ficando cada dia mais suja e poluída.
Já não consigo mais nascer em belas fontes e riachos como antigamente.
Eu que sonhava servir ao homem até o fim de meus dias, sempre pura e cristalina.
Ai de mim, ai de mim!!!
2° Personagem
O SOLO
Não chores amiga e irmã água!
Olha o que fazem comigo! Me sujam, me arrancam partes
Me desmatam sem piedade.
Logo eu, que só quero dar segurança, tranqüilidade e prover alimentos ao homem.
3° Personagem
O AR
O ar entra em cena sufocado, tossindo e se abanando.
Não agüento mais! Estou só! Cadê as plantas que me purifica, cadê as algas verdes que tanto preciso para ser puro! Cadê a consciência do homem que precisa de mim para viver.
Não agüento mais! estou só! Só há gases tóxicos, só há fumaça pesada. Já não sei o que o que fazer. Vou fugir desse planeta, eles querem acabar comigo.
4° Personagem
O FOGO
Ora, ora viva! Vocês estão tristes! Eu nunca estive tão feliz!
Em parceria com a ignorância, estupidez e insensibilidade do homem, estou chegando onde quero.
Vou secar toda essa água com meu calor, destruir o solo com a derrubada de árvores e as queimadas poluir o ar até não haver mais oxigênio.
Aí, tudo voltará a ser como era no início do mundo sem todas essas bobeiras, eu sou o maior, eu sou o fogo!
5° Personagem
A NATUREZA
Alto lá, senhor fogo! Você está esquecendo que eu, vocês e o homem somos partes de um mesmo universo.
Não se desesperem meus filhos! Precisamos resistir e provar ao homem que sem nós ele não vive.
FINAL
Após o desenrolar do teatrinho os 03 personagens iniciais ficam tristes e falam:
Nos perdoe mãe natureza ! Prometemos, amá-la, respeitá-la de hoje em diante para sempre.
                              
                                         FIM

fonte:sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.b

TEATRO: A DENGUE NO REINO ENCANTADO

''A DENGUE NO REINO ENCANTADO''


TEATRO: A DENGUE NO REINO ENCANTADO

NARRADOR: EM UM REINO MUITO DISTANTE VIVIA UMA FELIZ FAMÍLIA REAL: O PRÍNCIPE , A PRINCESA BRANCA DE NEVE E SEUS LINDOS FILHINHOS (UMA MENINA E DOIS MENINOS). SUAS VIDAS ERAM TRANQUILAS E TUDO CORRIA MUITO BEM,
 O PRINCIPE VIVIA VIAJANDO A NEGÓCIOS E A PRINCESA CUIDAVA DAS CRIANÇAS. ATÉ QUE UM DIA ELE RECEBEU UM TELEFONEMA QUE O DEIXOU FURIOSO.
(O PRINCIPE ANDA DE UM LADO PARA OUTRO COM O CELULAR E DEPOIS ANDA GRITANDO...)

PRINCIPE: NÃO!!!! NÃO!!! NÃO!!!NÃO PODE SER.

BRANCA DE NEVE: O QUE ACONTECEU?

PRINCIPE: - UM REI AMIGO MEU ME LIGOU DIZENDO QUE SOUBE PELA INTERNET QUE LÁ NO MUNDO REAL ESTÁ TENDO UMA EPIDEMIA DE DENGUE.

BRANCA DE NEVE: MAS ALTEZA O QUE É DENGUE?

PRINCIPE- ELE ME DISSE QUE É UMA DOENÇA CAUSADA POR UM VÍRUS E QUE É TRANSMITIDA POR UM MOSQUITINHO CHAMADO AEDES AEGYPTI.

BRANCA DE NEVE: MAS ALTEZA POR QUE TANTA PREOCUPAÇÃO É UMA DOENÇA DO MUNDO REAL... O MUNDO REAL FICA TÃO TÃO DISTANTE.
.
PRINCIPE: O PROBLEMA É QUE NO MUNDO REAL TEM TANTA GENTE COM DENGUE QUE OS MOSQUITINHOS ESTÃO VINDOS PRA CÁ.

BRANCA DE NEVE: MEU DEUS O QUE TEMOS QUE FAZER ENTÃO... JÁ SEI VAMOS TODOS DORMIR POR CEM ANOS COMO A BELA ADORMECIDA QUANDO A GENTE ACORDAR ESTARÁ TUDO RESOLVIDO.
(Príncipe nem liga)

BRANCA DE NEVE : OU ENTÃO VAMOS TODOS USAR ROUPAS DE ASTRONAUTAS...

PRINCIPE: VAMOS CONVOCAR TODOS OS NOSSOS AMIGOS DO REINO ENCANTADO PARA UMA REUNIÃO AQUI EM CASA E COMUNICAR O FATO A ELES.

BRANCA DE NEVE: SE QUISER POSSO PASSAR UM E-MAIL É MAIS RÁPIDO.
(Príncipe concorda e começa a andar de um lado para o outro falando em seu celular)

NARRADOR: EM POUCAS HORAS OS HABITANTES DO REINO ENCANTADO FORAM CHEGANDO, CINDERELA E FAMÍLIA, BELA, FERA E FAMÍLIA, BELA ADORMECIDA E FAMILIA, PETER PAN E SEUS AMIGOS,

E QUANDO TODOS CHEGAM O PRINCIPE COMEÇA A FALAR.

PRINCIPE: AMIGOS E AMIGAS ESTAMOS COM UM GRAVE PROBLEMA, NO MUNDO REAL ESTÁ TENDO UMA EPIDEMIA DE DENGUE, UMA DOENÇA PERIGOSÍSSIMA QUE PODE MATAR QUE É CAUSADA POR UM VIRUS QUE É TRANSMITIDO POR UM MOSQUITO CHAMADO AEDES AEGYPTI.

PRINCIPE 2 : CALMA AMIGO O MUNDO REAL FICA MUITO LONGE DAQUI.

PRINCIPE: EU SEI, MAS O PROBLEMA É QUE OS HUMANOS NÃO ELIMINARAM O MOSQUITO E ELE ESTA VINDO PRA CÁ

PRINCIPE: MEU DEUS E AGORA O QUE TEMOS QUE FAZER?

PRINCIPE: O QUE EU DISSER AQUI TEM QUE SER FEITO EM TODO O REINO, NA CASA DE CADA UM DE VOCES SE NÃO UNIRMOS VAMOS TER UMA EPIDEMIA COMO OS HUMANOS ESTÃO TENDO. O TAL MOSQUITO GOSTA DE ÁGUA PARADA E LIMPA, ENTÃO TEMOS QUE DESTRUIR TODOS OS CRIADOUROS, JOGUEM TODA ÁGUA QUE TIVER EM PRATINHOS DE PLANTAS E AS DEIXE SEM PRATINHOS, CUBRA MUITO BEM O LIXO PARA NÃO ACUMULAR ÁGUA,NÃO DEIXEM MATERIAIS DE RECICLAGEM JOGADOS PELO QUINTAL, LAVEM OS PRATINHOS DOS ANIMAIS TODOS OS DIAS PORQUE O MOSQUITO PÕEM SEUS OVINHOS NA PAREDE DOS PRATINHOS, TAMBÉM PRECISAM OLHAR AS CALHAS DE SUAS CASAS E NÃO DEIXAR AGUA PARADA EM NENHUM LUGAR .

PRINCIPE 2: PODE CONTAR COM A GENTE ALTEZA . VAMOS ELIMINAR TODA ÁGUA PARADA DO REINO.
(Todos começam a eliminar criadouros)

NARRADOR: ENQUANTO AS PESSOAS ESTAVAM DISTRAIDAS ELIMINANO OS CRIADOUROS, NEM PERCEBERAM QUE UM MOSQUITO AEDES SE APROXIMAVA BEM DEVAGARINHO.... POIS É ELE PICOU A PRINCESINHA E SE FOI, DEPOIS DE ALGUM TEMPO A MENINA COMEÇA A PASSAR MAL.

PRINCESINHA: MÃE, PAI, ESTOU COM FRIO, DOR NO CORPO, ENJOO, QUERO DEITAR..ESTOU FRACA.

..PRINCESA: MEU DEUS MINHA PRINCESINHA PEGOU A DENGUE E AGORA?

PRINCIPE 2 : CALMA ALTEZA CUIDEM DELA E DEIXA QUE A GENTE VAI A CAÇA DESSE MOSQUITO SÓ DIGA COMO ELE É.
PRINCIPE: ELE É IGUAL A UM PERNILONGO COMUM, MAS TEM AS PERNAS LISTRADAS DE BRANCO.
(Todos procuram até que encontram e um o pega pelas orelhas e grita)

PRINCIPE: ACHAMOS ALTEZA, E NUNCA MAIS PICA NINGUEM AQUI NO REINO E NEM SEUS AMIGOS PORQUE AO CONTRÁRIO DOS HUMANOS NÓS NÃO VAMOS DEIXAR ÁGUA PARADA EM NENHUM LUGAR, VAMOS NOS UNIR CONTRA A DENGUE.

NARRADOR: E ASSIM PASSARAM A CUIDAR DO REINO COM MUITA ATENÇÃO E CARINHO PARA QUE NENHUM AEDES AEGYPTI ENCONTRE MORADA POR LÁ, A PRINCESA SAROU E TODOS OS DIAS TODOS FISCALIZAM SE NÃO TEM ÁGUA PARADA EM NENHUM LUGAR, PRECISAMOS SEGUIR SEUS EXEMPLOS E CUIDAR DAS NOSSAS CASAS TAMBÉM TODOS OS DIAS, A DENGUE É UMA BATALHA DE TODOS NÓS E TODOS OS DIAS.

                             FIM

autor: sem autoria

PEÇA DE TEATRO:'' DONA BARATINHA''

DONA BARATINHA


DONA BARATINHA
Era uma vez, no tempo em que os bichos falavam, uma baratinha muito trabalhadeira. Ela gostava de manter sua casinha sempre limpa e em ordem. Um dia, ela estava varrendo a casa, quando encontrou, atrás da porta, três moedas de ouro. Mobiliou de novo a casa inteira e ainda sobrou dinheiro. Quando já não sabia mais o que comprar, Dona Baratinha guardou o resto do dinheiro dentro de uma caixinha. Agora que estava rica e elegante, que tinha uma casa com mobília novinha e um lindo enxoval guardado no baú, Dona Baratinha achou que estava na hora de se casar. À tardezinha, vestiu as roupas mais bonitas, fez um belo penteado com um lindo laço de fita e, toda perfumada, foi para a janela esperar os pretendentes. Ela cantava: - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? O primeiro a aparecer foi o cavalo, o animal mais elegante da cidade. Ao ver Dona Baratinha na janela, toda bonita e perfumada, o cavalo a cumprimentou com educação, e ela aproveitou para cantar: - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? - Oh! Tão linda senhorita, claro que quero! - Diga primeiro, cavalo, como é que você faz quando dorme? O cavalo se preparou, estufou o peito e deu um relincho tão forte que Dona Baratinha, assustada, respondeu: - Deus me livre de tal noivo, relinchando dessa maneira. Terei sustos o dia todo e medo a noite inteira! Triste, de orelhas caídas, lá se foi o cavalo, afastando-se pela estrada. Dali a pouco, Dona Baratinha viu aproximar-se, com passos lentos, um boi. Ela cantou sua música.
( Fala do boi)
- Muuuuuu! - Deus me livre de tal noivo! Que barulho assustador! E lá se foi, desiludido, o pobre boi. Depois do boi, apareceu o cachorro. candidato era valente, esperto, alegre, mas ela não deixou de lhe fazer a mesma pergunta.
( fala do cachorro)
- Não, não e não! Desse jeito não conseguirei dormir. E ali ficou ela mais um tempão, debruçada na janela, cantando sua canção. De repente, viu desfilar à sua frente um charmoso gato branco. - Que belo gato! – disse ela – E cantou para ele: “Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?” E o gato disse: - Que maravilha de senhora, claro que aceito. - Diga primeiro, gato, como é que você faz à noite ao dormir? O gato soltou um miado tão fino que Dona Baratinha até tremeu de susto. - Deus me livre de tal noivo, miando dessa maneira! Dona Baratinha ficou desanimada. Não aceitou nenhum dos bichos como noivo. Já estava quase desistindo da idéia de arranjar um noivo, quando viu Dom Ratão virar a esquina. Ele vinha todo elegante. Assim que passou debaixo da janela, Dona Baratinha resolveu fazer mais uma tentativa e cantou sua canção: - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? O rato, ouvindo, respondeu rapidamente: - Oh! Linda, maravilhosa e perfumada senhora, claro que aceito. Então, ela lhe pediu que mostrasse como era o barulho que ele fazia à noite. O rato fez para a futura noiva ouvir o seu “Qui... qui... qui...” suave. Dona Baratinha apreciou a voz do rato e foram, então, combinar a data do casamento. Providenciaram tudo – convites, enfeites, trajes – e marcaram o
casamento para dali a dois dias. Dona Baratinha e Dom Ratão contaram com a ajuda de vários parentes e amigos.


 A bicharada recebeu o seguinte convite: NA IGREJINHA DA PRACINHA, NUMA BELA CERIMÔNIA, NO DIA 7, ÀS 10 HORAS, DONA BARATINHA E DOM RATÃO VÃO SE CASAR. ESTÃO TODOS CONVIDADOS. APÓS A CERIMÔNIA, HAVERÁ UMA BELA COMEMORAÇÃO, COM COMES E BEBES E UM DELICIOSO CALDO DE FEIJÃO. Ah, o caldo de feijão! Ele transformou a vida de Dom Ratão. Vou contar a vocês o que foi que aconteceu. Logo de manhã, Dom Ratão foi direto para a casa da noiva. Sentou-se no sofá e ficou observando Dona Baratinha que, toda agitada, preparava um banquete delicioso para a festa de casamento. Acontece que Dom Ratão era muito comilão. Cada vez que a alguém passava à sua frente carregando alguma coisa gostosa, os olhos dele ficavam arregalados de gula. Ela estava preparando pratos tão deliciosos e do fogão vinha um cheiro tão agradável que a cada minuto Dom Ratão achava mais difícil resistir e continuar sentado no sofá. Até que, de repente, Dona Baratinha tirou da despensa, bem no focinho do noivo, um enorme pedaço de toucinho defumado. Esse era o prato preferido de Dom Ratão. Ele ficava louco quando via toucinho à sua frente. Acabou chegando a hora do casamento, e Dom Ratão não teve outro jeito senão dar o braço à noiva e sair para a igreja. No meio do caminho, entretanto, teve uma grande idéia. Virando-se para Dona Baratinha, disse: - Chi! Esqueci as minhas luvas! É melhor você ir na frente que eu a alcanço depois. Mal entrou na casa da noiva, foi diretamente para o fogão. Tão desesperado estava, com tanta gula, que se debruçou sobre a panela
de feijão tentando apanhar o cobiçado pedaço de toucinho. Ao subir naquela altura, Dom Ratão ficou zonzo, escorregou... e bum! Caiu dentro da panela de feijão. Na igreja, a noiva e os convidados esperavam impaciente. Vendo que o noivo não aparecia, resolveram ir atrás dele. Correram até a casa e se cansaram de tanto procurar. Dom Ratão não estava em lugar nenhum. De repente, alguém gritou: - Dom Ratão caiu na panela de feijão! Foi aquela confusão: Dona Baratinha desmaiada e a bicharada desesperada! Com dois garfos, os cozinheiros suspenderam Dom Ratão pela cauda e ele saiu todo sujo de feijão. O guloso, porém, teve sorte, pois o feijão não estava muito quente. Ele saiu pingando feijão, todo sem graça e com muita vergonha. Dona Baratinha ficou muito triste. Ela chorava sem parar. Foi amparada por alguns convidados. Dom Ratão voltou à sala e pediu perdão a Dona Baratinha. Os amigos intercederam em favor dela, afinal ele tinha defeitos, mas tinha muitas qualidades também, e , assim, acabaram convencendo Dona Baratinha a perdoar o noivo.
(fala da Dona Baratinha)

A história não acabou....
Passada a tristeza Dona Baratinha voltou para a janela e, numa manhã ensolarada. Passou por ali o senhor Baratão.
- Olá Dona Baratinha. Quer casar comigo?
Dona Baratinha ficou animada mas, antes de responder, perguntou:
- O senhor gosta de feijoada?
- Não, de jeito nenhum....
- Então, eu quero!

Acredite...desta vez houve casamento.

( MÚSICA PARA DANÇA)

(Hora do casamento)
( entrada do noivo e da noiva)
(CASAMENTO)
FALA de casamento normal ...


Agora Dona Baratinha e o Senhor Baratão esperam viver felizes... para sempre.
fim !!!

fonte: 
http://sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.br

PROJETO CONTOS DE FADAS -Educação Infantil

PROJETO CONTOS DE FADAS Educação Infantil

PROJETO CONTOS DE FADAS                 


Alunos da Educação Infantil ciclo II                    

PÚBLICO ALVO:

JUSTIFICATIVA:




Os contos estão envolvidos no maravilhoso mundo das crianças e partem de uma situação real e concreta, para proporcionar emoções e vivências significativas. Neste gênero aparecem seres encantados e elementos mágicos pertencentes a um mundo imaginário que todas as crianças se encantam. Por meio de linguagem simbólica dos contos, a criança vem a construir uma ponte de significação do mundo exterior para seu mundo interior, aprendendo valores, refletindo sobre suas ações, desenvolvendo seu senso crítico, sua criatividade, sua expressão e linguagem.
OBJETIVOS CONCEITUAIS:
· Identificar personagens de contos de fadas, como: magos, fadas, duendes, anões, gigantes, etc.;
· Identificar os contos pela linguagem típica dos mesmos;
· Identificar as marcas temporais presentes nos contos;
· Identificar letras e palavras conhecidas presentes nos títulos das histórias e nomes de personagens.
OBJETIVOS PROCEDIMENTAIS:
· Ampliar as possibilidades de movimentos;
· Expressar-se por meio de desenhos, pinturas e colagens;
· Desenvolver a linguagem oral;
· Ler, ainda que de forma não convencional;
· Dramatizar histórias, por meio de expressões orais e dança;
· Descrever cenários e personagens;
· Identificar soluções de conflitos presentes nos contos;
· Identificar títulos de histórias conhecidas;
· Continuar histórias a partir de um determinado ponto;
· Produzir textos, tendo o professor como escriba.
OBJETIVOS ATITUDINAIS:
Possibilitar um instrumento onde as crianças coloquem suas emoções e necessidades; Sistematizar situaçõesproblema, a partir de contos, para as crianças refletirem criando alternativas de acordo com seus pensamentos; Buscar no mundo da fantasia possíveis soluções para os problemas de mundo real; Resgatar a importância do “contar histórias”, no contexto familiar; Valorizar o conto (popular e de fadas) como parte da tradição dos povos; Aprender valores; Desenvolver o senso crítico e a criatividade.
METAS:
Desenvolver noções de valores e incentivar a leitura.
METODOLOGIA:
- Leitura de contos de fadas e histórias infantis:
· Criar situações de fantasia e encantamento;
· Transportar a imaginação para o reino do maravilhoso;
· Trabalhar as emoções que as histórias transmitem;
· Conhecer elementos mágicos: fadas, magos, duendes, anões, gigantes, bruxas, etc.;
· Resgatar a importância que os contos populares e de fadas exercem sobre as crianças;
· Conto das histórias com o tapete de histórias e participação das crianças;
· Reprodução de histórias ouvidas com fantoches, levando em consideração as seqüências temporais;
· Dramatização de histórias conhecidas, onde as crianças sejam as personagens;
· Apreciação da leitura feita pela professora;
· Identificação de valores encontrados nas personagens das histórias.

ANÁLISE DOS CONTOS DE FADAS, OBSERVANDO:
· Estrutura textual (narrativa);
· Temporalidade;
· Linguagem própria diferente da linguagem do cotidiano;
· Descrição de cenários e personagens;
· Presença do conflito (bem e mal, protagonistas e antagonistas);
· Resolução de conflitos, levando a um final feliz;
· Presença de elementos fantásticos (bruxa, fadas, anões, magos, gigantes...);
· Listar oralmente as histórias preferidas;
· Reconhecer títulos de histórias e nomes de alguns personagens;
· Continuar a história a partir de um ponto estabelecido pela professora;
· Elaborar um novo final, diferente do original;
· Analisar as características das personagens na história.
DRAMATIZAÇÃO DAS HISTÓRIAS, OBSERVANDO:
· Expressões faciais;
· Criatividade;
· Vocabulário;
· Narração;
· Movimentos espontâneos e programados;
· Postura e encenação;
· Colocação de voz.
RECURSOS MATERIAIS:
computadores
data show
impressora
aparelho de som
microfone
· Tapete de histórias;
· Fantoches de diversos tipos;
· Cenário para apresentação de fantoches;
· Fantasias de acordo com os personagens;
· Sanfona de histórias;
· Lápis de cor, giz de cera, sulfite, canson, papéis coloridos, tinta guache,
pintura a dedo, cola, tesoura e pincel.
· Livros de contos de fadas e histórias infantis.
RECURSOS HUMANOS:
· Estarão envolvidas neste projeto todas as professoras da unidade escolar.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através da observação diária das crianças, avaliação formativa ao longo de todo o processo, nas atividades propostas, tais como: · Reprodução das histórias, mantendo seqüências temporais, utilizando fantoches; · Dramatização de algumas histórias, utilizando fantasias e músicas com coreografia e apresentação; Confecção de uma sanfona de histórias pelos alunos;
· Pintura, colagem, dobradura e desenho sobre as histórias;
· Produção de textos coletiva com seqüências conhecidas, tendo o professor como escriba;
· Criação de novos finais para os contos;
· Adaptação dos contos, conforme a criatividade dos alunos;
· Reconhecimento de personagens, cenários e títulos de histórias;
· Manifestação dos valores trabalhados nas histórias, nas atitudes do dia-a-dia;
· Apreciação da leitura feita pelo outro;
· Ampliação da linguagem oral.


PRODUTO FINAL:


- Gravações em fitas de vídeo/DVD (para que fiquem todas as imagens registradas);
fonte:Postado por 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Decorando a porta da sala de aula

Oieee!!!

Vai decorar a porta da Salinha? Vim postar algumas ideias pra te ajudar.
Eu já tinha aqui no blog algumas ideias super criativas para decorar a porta da sala, mas não tinha os moldes... advinha, encontrei os moldes... Tudo da revista Maestra Jardinera.

Abaixo, sapinho e girafa... uma graça!
Moldes dos dois, clique para ampliar!

Oh, este burrico não é uma graça???

Molde do burrinho, clique para ampliar.









fonte: blog pragentemiuda.

Atividade para a Semana do Meio Ambiente


Esta é uma atividade muito legal para fazer naSemana do Meio Ambiente. Faça uma página por dia e no fim da atividade, cada criança leva seu livrinho pra casa. Para fazer, use técnicas variadas como colagem, carimbo das mãos, origami...

Capa Fechada

Capa Aberta(colagem de sementes)
Página 01(carimbo das mãozinhas)
Páginas 02(Colagem) Você pode usar serragem para a terra e folhas de verdade na copa da árvore.
Página 03 (Origami e colagem)
Página 04(Pintura) Para dar uma textura bacana no planeta terra, espalhe areia sobre acolana parte verde (terra). Espere secar e depois pinte.
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Até mais!!!










M ais algumas dicas pra trabalhar com a turma na semana do meio ambiente... Estas ideias aqui são pra trabalhar com prendedores de roupa e feltrou ou EVA. A sugestão é trabalhar com músicas e temos aqui duas ideias, uma pra turminha pequena (maternal e creche) e outra pra turminha maior... Veja como é fácil fazer ratinhos e jacaré usando simples materiais... Vamos conferir?

Dica de atividade pra trabalhar a música "Eu conheço um jacaré..."
"Eu conheço um jacaré, que gosta de comer...
Cuida bem da Dona Árvore,
Se não o jacaré, come seu nariz e o dedão do pé!"

Ir trocando os nomes D. Árvore, por RiozinhoAnimais, Meio Ambiente e outros nomes.



Música do Ratinho "Rap do reciclar" - Trecho da música:
"Lata, plástico, papel e vidro,
vão reciclar, é prá acabar.
Vou repetir mais uma vez,
Você limpa bem o seu ouvido:
Lata, plástico, papel e vidro
cada um tem uma cesta especial.
Tá bom não falo mais, Tchau!"


Gostou? Baixe a música AQUI


lembrancinha para o Meio Ambiente são os Bonecos Ecológicos. Eles não são fofos? As criançasamamcortar os cabelos e decorar o boneco. Aprenda a fazer o seu!

Porquinho Ecológico daFesta Express.

Pirata Ecológico, daFesta Express.
Boneco Ecológico, doFamily Fun.

De que vou precisar?Você vai precisar de: 01 perna de meia calça, 100 gr de alpiste, 300 gr de serragem, 01 tubo de cola, 01 tesoura sem ponta e enfeites para seu boneco ecológico.

Como que faz?
Corte uma perna da meia calça.Coloque o alpiste e complete com serragem, feche a meia e modele em forma de bola.Monte o boneco ecológico ao seu gosto.Molhe a cabeça do boneco, em alguns dias o alpiste começa a nascer dando origem aos cabelos. Aí você corta e espera crescer de novo...
Pura diversão!


Outras  ideias:
meia calça fina velha e sementes de alpiste (desses que passarinho come) com pó de serragem. Amarra formando uma bolinha e molha todos os dias, que a plantinha nasce rapidinho... As crianças adoram ver o cabelinho crescer!'' 

Dá pra ser trabalhada pra Primavera, Meio Ambiente ou Dia da Árvore. Decore os potinhos e use sementes de alpiste e espera germinar na sala. A minhoca e as última foram feitas com meias finas... Amei a minhoca e os "cabelinhos" amarrados...







Recursos para contar histórias


Que história contar?


FAIXA ETÁRIA E INTERESSES

Até 3 Anos
_ Histórias de bichos e com crianças
_ Contos rítmicos leves lúdicos e bem humorados, curtos

De 3 a 6 anos
_ Histórias de bichos
_ Pequenos contos de fadas
_ Poemas ,Trava-línguas, Parlendas
_ Cantigas de rodas
_ limeriques

7 anos a 8 anos
_ Histórias de crianças, animais e encantamentos
_ Contos de fadas
_ Aventuras no ambiente próximo: família e comunidade
_ Histórias humorísticas
_ Lendas folclóricas

9 a 10 anos
_ Mitos
_ Contos de fadas mais elaborados
_ Histórias verídicas, narrativas de viagens
_ Histórias de humor

11 e 12 anos
_ Mitos (hindus, pérsas, árabes, egípcios)
_ Narrativas de viagens
_ Histórias verídicas
_ Mitos de heróis


“ENTROU POR UMA PORTA E SAIU PELA OUTRA...
QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA!”
Muitos são os meios utilizados para incentivar a leitura, e dentre eles está a contação de histórias, através da qual, mediador e ouvinte viajam por um mundo de sonhos e fantasias… Podemos apontar inúmeras técnicas de leitura e regras para uma boa contação de histórias, mas todos esses recursos devem estar aliados a EMOÇÂO. Sem emoção, o mediador não consegue transmitir o significado daquela leitura, e de nada adiantou aquele momento… A partir da narração de uma hitória, estamos compartilhando momentos, emoções e despertando reflexões…Mais do que técnicas, a arte de contar histórias está dentro de cada um de nós.

FORMAS DE APRESENTAÇÃO DAS HISTÓRIAS
_ CONTAÇÃO
_ COM O LIVRO
_ COM GRAVURAS
_ COM FANELÓGRAFO
_ COM DESENHOS
_ COM INTERFERÊNCIA
_ PARA CADA SITUAÇÃO UM RECURSO
- COM DOBRADURAS
- COM FANTOCHES
- COM AVENTAIS

CONTAÇÃO:
_ A HISTÓRIA DEVE SER CONTADA CALMAMENTE, PORÉM COM RITMO E ENTUSIASMO.
_ USAR UMA FÓRMULAS TRADICIONAIS DE INTRODUÇÃO E DE ENCERRAMENTO.
_ AO TERMINAR: JAMAIS MORALIZAR O CONTEÚDO NEM DAR EXPLICAÇÕES PSICOLÓGICAS.



CONTANDO HISTÓRIAS COM DOBRADURAS
CAROLINA E O PIRATA

Carolina morava perto do mar e adorava acordar bem cedo e ficar olhando para o horizonte, imaginando que algum dia um navio pirata chegaria àquela cidade, isso mesmo, ela adorava pirata e histórias de pirata.
Num dia de muito sol, Carolina estava lá olhando o mar, quando de repente, avistou um navio e correu para contar para seus amigos que estava chegando um navio pirata. Ninguém acreditou, mas todos foram conferir e, ao pisar na praia, que surpresa! Era um navio pirata com piratas de verdade!
Mas eles não eram tão legais como imaginavam. Foram logo dizendo:
_Vão embora! Não gostamos de crianças!
Todos foram embora e falaram:
_Carolina, esqueça essa história.
Porém, sozinha, ela disse:
_Não vou esquecer, não. Amanhã volto bem cedo para a praia e vou conhecer os piratas.
E foi o que ela fez assim que o sol nasceu. Ficou escondida olhando para o pirata, admirando seu chapéu, e, tomando coragem, perguntou:
_Seu pirata, posso olhar seu chapéu?
Ele respondeu:
_Saia daqui! Eu não gosto de crianças!
Ela insistiu e repetiu:
_Seu pirata, deixe me ver o seu chapéu. Eu gosto tanto de chapéu de pirata.
Como ela não parava de falar, o pirata disse:
_Tudo bem, eu vou te ensinar a fazer um chapéu igual ao meu.
Ela pulou, rodopiou, riu, gritou, só faltou cair de tanta alegria. E ele disse:
_Mas vamos logo, tenho mais o que fazer!!!
... FAZER A DOBRADURA DO CHAPÉU

_Está pronto! (disse o pirata).
Mas Carolina queria ficar lá conversando com o pirata e passou a fazer várias perguntas. O pirata começou a respondê-las e, com muito orgulho, contou suas histórias: os tesouros encontrados no fundo do mar, o salvamento de pessoas, as viagens... Depois de falar sobre muitas e muitas aventuras, o pirata se viu sentindo um carinho pela menininha, mas, mesmo assim, ele disse com voz grossa:
_Vá embora, que já é muito tarde e eu não gosto de crianças!
Aquele dia tinha sido o melhor dia da vida de Carolina, ela estava tão feliz que quase não conseguia dormir.
Quando acordou, adivinhem aonde ela foi? Isso mesmo: pegou seu chapéu de pirata e correu para a praia para ouvir mais histórias de pirata, mas, chegando lá, adivinhem o que aconteceu? O barco não estava mais. Ela olhou para o mar, viu-o sumindo na água e ficou muito triste.
... A PARTIR DA DOBRADURA DO CHAPÉU, FAZER O BARCO

Carolina brincou muito com seu barquinho imaginando seu amigo pirata dentro dele e, todos os dias, ao acordar, ia em direção ao mar esperá-lo voltar.
Um dia, ela estava lá, olhando o mar, quando de repente, avistou um barco grande. Porém o mar estava nervoso, as ondas, bravas, e o barco foi sendo jogado de um lado para outro... Ficou com a parte de cima e o mastro quebrados.
E o mar continuou revoltado e as ondas eram bem grandes.
O barco foi virando, virando e, então, ficou com uma parte do casco quebrada.
... RASGAR UMA PONTA DO BARCO

Depois um outro pedaço do outro lado do casco sofreu o mesmo dano.

... RASGAR A OUTRA PONTA

Carolina já estava desesperada, imaginado o pirata sumindo no meio do mar e que nunca mais iria encontrá-lo. Alguém pode imaginar o que salvará a vida do pirata?
... RASGAR A PARTE DE CIMA DO BARCO, ABRIR PARA VIRAR O COLETE.

O pirata vestiu o colete e começou a nadar, nadar... Até chegar à praia, onde deu um abraço na menininha e disse que estava com saudade. Naquele momento ele gostava de crianças e sempre as reunia para contar suas histórias e aventuras.
FIM
HISTÓRIAS ACUMULATIVAS
São narrações em que os episódios sucedem-se consecutivamente encadeados, numa seqüência pela qual os casos anteriores se repetem face à representação de outro. Os casos acumulam-se então gradualmente até o desfecho, que afinal refere-se ao próprio início da narrativa. O exemplo típico dessa espécie vamos encontrar na estória da formiguinha, cujo pé ficou preso na neve. São estórias que agradam particularmente a crianças novas, pois sua técnica baseada na interação, possibilita maior facilidade ao acompanhamento do enredo.
OUTROS EXEMPLOS:
A SARDINHA E O PATO

Uma sardinha e um pato...
Encontraram uma maneira...
De entrar em uma sapato azul...
De bolinha amarelinha
De fitinha cor-de-rosa
Que a mamãe comprou
E o papai gostou
E o vovô jogou
E o lixeiro levou...

ÁRVORE DA MONTANHA
A árvore da montanha
Nesta árvore tem um galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste galho tem um ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste ninho tem um ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore



A árvore da montanha…
Neste ovo tem um pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste pássaro tem uma pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta pena tem uma flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta flecha tem uma fruta
A fruta da flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta fruta tem uma árvore
Ó que árvore!
A árvore da fruta
A fruta da flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho O galho da árvore

MÚSICA PARA INICIAR UMA HISTÓRIA

Palavra Cantada - Uma História

Eu vou te contar uma história, agora, atenção!
Que começa aqui no meio da palma da tua mão
Bem no meio tem uma linha ligada ao coração
Quem sabia dessa história antes mesmo da canção?
Dá tua mão, dá tua mão, dá tua mão, dá tua mão...



LIMERIQUES
São um tipo de poema bem curto. Eles falam de coisas malucas sem sentido e têm sempre cinco versos. A primeira, a segunda e a quinta linhas terminam com a mesma rima. Já a terceira e a quarta são mais curtas e rimam diferentes das outras. Ninguém sabe direito como eles surgiram, mas começaram a fazer sucesso quando um inglês barbudo, gordinho e narigudo, chamado Edward Lear, passou a escrever limeriques. .

Depois de tanta doideira e confusão...
Depois de cair com a cara no chão,
Torcer pernas e o nariz,
o palhaço partiu feliz...
Ganhou asas e virou palhaço-avião...
Elias José

PORQUÊ CONTAR HISTÓRIAS?
Dentre muitos motivos para se contar histórias, podemos destacar alguns para reflexão:

1. As histórias formam o gosto pela leitura - Quando a criança aprende a gostar de ouvir historias contadas ou lidas, ela adquire o impulso inicial que mais tarde a atrairá para a leitura.
2. As histórias são um poderoso recurso de estimulação do desenvolvimento psicológico e moral que pode ser utilizado como recurso auxiliar da manutenção da saúde mental do indivíduo em crescimento.
3. As histórias instruem –Ao enriquecer o vocabulário infantil, amplia seu mundo de idéias e conhecimentos e desenvolve a linguagem e o pensamento.
4. As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação, memória, reflexão e linguagem.
5. As histórias cultivam a sensibilidade, e isso significa educar o espírito. A literatura e os contos de fadas dirigem a criança para a descoberta de sua identidade e comunicação e também sugerem as experiências que são necessárias para desenvolver ainda mais o seu caráter.
6. As histórias facilitam a adaptação da criança ao meio ambiente, pela incorporação de valores sociais e morais que ela capta da vida de seus personagens.
7. As histórias recreiam, distraem, descarregam as tensões, aliviam sobrecargas emocionais e auxiliam, muitas vezes, a resolver conflitos emocionais próprios.


Percebe-se, então, quanto é importante que o professor esteja atento às reações infantis, perante as histórias contadas , podendo ser de grande ajuda para compreensão da realidade de cada uma das crianças. ”O compromisso do narrador é com a história, enquanto fonte de satisfação de necessidades básicas das crianças”.(Betty Coelho, 1991).


fonte: partilhandoideiasideais.blogspot.com.b